O pequenino Amadeus respirava música.
Em tudo o que fazia punha sons de harmonia. Cantarolava marchinhas com Nannerl em todas as brincadeiras.
O pequeno músico transbordava efervescência, exprimia entusiasmo por tudo á sua volta. E em todas as coisas punha sons.
Aos quatro anos sabia de cor as músicas da irmã Nannerl, tocava um pequenino violino como se tivesse aprendido.
O pai Leopoldo, músico no palácio, não cabia em si de contente.
Queria mostrar aquele espanto ao mundo. E como naquela época as crianças eram vistas como adultos em ponto pequeno, Leopoldo não media a idade do pequenino Amadeus.
Em breve, a família partiria em viagem pela Europa.
Amadeus tinha seis anos e tocava como um adulto. Era um pequenino malabarista inspirado.

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